Roteiro de 2 dias em Petra: o que fazer na cidade rosa da Jordânia

Quem nunca sonhou em visitar uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno e um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e que se tornou icônica no filme do Indiana Jones? Petra, a chamada cidade rosa ou perdida da Jordânia é sem dúvidas um dos destinos mais cobiçados pelos viajantes. Mas, como às vezes é difícil de ser visitada devido ao alto custo e a distância, preparamos uma série de dicas sobre quando ir, onde ficar, o que fazer, segurança e muito mais.

A nossa oportunidade de visitar Petra surgiu da forma mais inesperada possível: um bug de passagem para Israel. Logo, planejamos de ir à Jordânia, já que é um país vizinho, e ficar no mínimo dois dias por lá. Afinal, há muita coisa para ver.

Nessa série de dicas você vai conferir:

A HISTÓRIA DE PETRA

Petra (em grego significa Rocha) é uma cidade localizada ao sul da Jordânia que ficou famosa pelas arquiteturas gigantescas esculpidas na rocha e pelo seu sistema de canalização da água. A cidade foi a capital, provavelmente 312 A.C. , do povo árabe nômade chamado Nabateus e é chamada também de Cidade rosa por causa da coloração das pedras que existem no local.

Eles estabeleceram em Petra um grande centro comercial por causa da proximidade da cidade com diversas rotas comerciais. Além disso, os nabateus eram conhecidos por serem exímios construtores e esculpiam estruturas como ninguém em rochas sólidas. O que pode ser visto tanto nas arquiteturas das tumbas, anfiteatro, como da canalização da água que abastecia o terro árido de Petra.

Contudo, após serem dominados pelo Império Romano, o comércio dos nabateus entrou em declínio e no século II Petra já não fazia mais parte das rotas comerciais. Além disso, a cidade sofreu ainda dois grandes terremotos que praticamente a destruiu por completo. O que fez que os residentes deixassem o local.

Por estar encravada em uma bacia entre uma cadeia de montanhas, Petra ficou escondida do mundo ocidental até 1812, quando o explorador suíço Johann Ludwig Burckhardt desbravou a região e descobriu a cidade e o famoso Tesouro ou Al Khazneh, uma das mais belas construções e que serviu como mausoléu.

Devido a esse valor arqueológico e histórico, Petra é sem dúvidas um dos mais fortes símbolos jordanianos. Assim que chega ao país vê referências da cidade nos souvenirs, anúncios de agências de viagem e até mesmo batendo papo com os locais. Para ter ideia, Petra é a atração turística mais visitada do país e foi considerada, a partir de 1985, Patrimônio Mundial da UNESCO. Sem falar que ela é uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno desde 2007.

QUANDO IR A PETRA

Como a maior parte da Jordânia é formada por desertos, o verão, no período de junho a agosto, é extremamente quente e pode atingir cerca de 40 graus tranquilamente.

Nós, por exemplo, fomos a Petra em pleno verão, no mês de agosto e pegamos temperaturas altíssimas desde as primeiras horas da manhã e a água que levamos para as caminhadas pelo parque de Petra, no meio do dia parecia ter saído de um bule.

Dá para sobreviver o verão com muito protetor, chapéu e água, mas o ideal é ir a Petra durante a primavera (março a maio) ou outono (setembro a novembro) quando as temperaturas são mais amenas.

COMO CHEGAR A PETRA

Trajeto de Amã a Petra:

Primeiro para chegar a Amã, é preciso saber que não há voos diretos do Brasil. Uma forma mais fácil é combinar a visita à cidade com outro país. Nós, por exemplo, estávamos na Turquia e pegamos um voo para a Jordânia que durou cerca de 2 horas e saiu a R$ 1 mil para 2 pessoas com bagagem incluída, já que voamos com a companhia low cost Pegasus.

Veja também: Roteiro de 24 horas em Istambul: quando ir, onde ficar e o que fazer

  • De carro:

Chegando em Amã a melhor opção para ir até Petra é alugar um carro. Foi o que nós fizemos. Saindo da área de desembarque é possível encontrar algumas locadoras de carro. Sugerimos pesquisar os preços e pechinchar também. Nós fechamos com a Europcar, um carro popular, o mais barato deles, durante quatro dias por 117 JOD (R$ 675,00). A lataria do carro estava bem arranhada, mas o seu interior, motor e ar-condicionado (super importante no verão da Jordânia) estavam em perfeito estado.

Do aeroporto pegamos a rodovia que não passa pelo Mar Morto. A estrada era supreendentemente boa, embora algumas partes estavam sendo reformadas, e bem sinalizada. Além disso, o Google Maps funcionava bem por lá e também a internet. Nós estávamos com chips da Easysim4u que nos atenderam muito bem, ajudando tanto na localização quanto na comunicação.

Vantagens:  ter autonomia para circular pela cidade e fazer o itinerário no seu tempo e também depois da trilha dentro do Parque Nacional de Petra, poder ir de carro até o seu hotel. Acredite, suas pernas vão agradecer!

Desvantagens: o custo, já que a Jordânia é um país com alto custo. A cotação atual, por exemplo, é de 1 dinar jornadiano (moeda local) para R$ 5,76.

  • De ônibus:

Uma alternativa econômica para ir de Amã à Petra é o ônibus, o qual você pode pegar no terminal rodoviário. Há os ônibus locais que saem de Amã entre 9h e 16h, porém só partem quando estão lotados e a comunicação com o motorista e a leitura das placas é complicada. Lembre-se: é tudo em árabe.

A melhor opção é pegar o ônibus JETT que também sai de Amã e leva quatro horas para chegar até Petra. Essa frota é mais moderna, confortável e possui destinos bem como horários pré-definidos.

Vantagens:  o custo benefício, já que a passagem sai por cerca de 10 jod (R$ 57,00).

Desvantagens: a viagem é um pouco mais cansativa. Sem falar que tem que estar às 6h30min no terminal para pegar o ônibus até Petra. Pois, ele sai de manhã apenas e volta à tarde.

Trajeto de Éilat a Petra:

Agora para quem está em Israel e quer aproveitar para fazer um bate-volta a Petra, a melhor maneira é atravessar a fronteira terrestre.

  • Com agências de viagens e tours:

Outra opção para chegar a Petra é ir com um tour a partir Éilat, cidade do sul de Israel que faz divisa com Aqaba – cidade litorânea do Mar Morto da Jordânia. Contudo, esse não é o modo mais econômico e, geralmente, um pouco mais corrido. Uma vez que a maioria das agências faz apenas o bate-volta, ou seja, fica 01 dia só em Petra. O que é pouco. O parque merece no mínimo dois dias para ser explorado. Sem falar no desgaste físico.

  • Por conta própria:

Uma forma bem mais econômica de chegar até Petra é ir por conta própria. Nesse caso, você mesmo de carro, terá que deixa-lo do lado israelense e atravessar a fronteira a pé. Perto da fronteira há um estacionamento público e ao que parece seguro.

Ao chegar do lado jordaniano na cidade de Aqaba, o melhor é ir de táxi até o centro para aí sim pegar um ônibus ou alugar um carro para ir até Petra. No centro há variedades de locadoras de carro, as quais vale à pena pesquisar os preços. O trajeto de carro até Petra dura cerca de duas horas.

DOCUMENTAÇÃO, VISTO E JORDAN PASS

Para ingressar na Jordânia, os turistas brasileiros precisam de passaporte com validade mínima de 6 meses. Além, de é preciso de visto, o qual é concedido no momento da entrada no país e custa 40 JOD (R$ 233,08). Esse valor é cobrado para quem entra no país via voos internacionais, pois os que atravessam a fronteira terrestre para a idade de Aqaba estão isentos da taxa.

Além disso, quem adquire o Jordan Pass – passe turístico que dá direito a entrada em mais de 40 atrações no país – e também a isenção da taxa do visto (40 JDs – R$ 23,08) se você ficar hospedado no país por 3 noites e comprar o passe antes de chegar à Jordânia. O valores do Jordan Pass dependerá da quantidade de dias que você quer visitar Petra.

Foto by: Jordan Pass

Valores:

  • 1 Dia de visita em Petra:  US$ 99,00 (R$ 405,99)
  • 2 Dias consecutivos de visita em Petra: US$ 106,00 (R$ 434,17)
  • 3 Dias consecutivos de visita em Petra: US$ 113,00 (R$ 462,84)

SEGURANÇA

Nós achamos a cidade bem segura. Claro que no aeroporto e na fronteira terrestre o clima parece ser mais tenso por conta das vistorias e das perguntas na imigração. Mas, só parece. Nosso voo de Istambul para Amã tivemos que passar no portão de embarque por uma espécie de “vistoria” do passaporte e tirarmos tudo da bagagem de mão bem como os sapatos para serem revistados e eles farem aquele teste antiresíduo de pólvora, no qual eles passam uma espécie de papelzinho em tudo.

Já na imigração da Jordânia, os funcionários eram sérios, mas gentis. Passamos por algumas barreiras e conferências de passaporte até chegar nas esteiras de bagagens, mas nada que metesse medo. Igualmente nas estradas e nas ruas de Petra. Achamos o local bem tranquilo e não vimos nenhum incidente.

ONDE FICAR EM PETRA

A melhor opção é tentar se hospedar no mais próximo ao Parque Nacional de Petra, pois depois de caminhar bastante pelas trilhas, você não vai querer subir as ladeiras para chegar até hotel.

Há hospedagens para todos os gostos, das mais caras a mais baratas e até mesmo hotéis cápsula e camping. Nós escolhemos o Shaqilath Hotel por ficar próximo ao parque e ter bom custo-benefício. O café da manhã do hotel é bom e tem opções locais também. O quarto é amplo e as comodidades são boas. A única desvantagem é que não possui elevador.

ROTEIRO DE 2 DIAS EM PETRA:

Para quem não compra o Jordan Pass, o valor do ingresso para visitar o Parque Arqueológico de Petra por pessoa para 2 dias é de 55 JD (R$ 320,87). O que foi o nosso caso. Como o valor é bem alto, a melhor opção é sempre comprar o Jordan Pass.

Sem falar que dividir o passeio em dois dias exigirá menos esforço físico para fazer as trilhas e você poderá ainda conhecer as atrações com mais calma. Afinal, no parque há inúmeras atrações e 8 trilhas. Quem faz tudo em 01 dia, ou seja, visita o Tesouro e o Monastério, dois pontos altos de Petra, tem que chegar cedo e correr bastante, pois a trilha até o Monastério é longa e bem cansativa…

Nós chegamos cedo na entrada de Petra, por volta das 8h da manhã, e já estava bem cheio. Depois as multidões de turistas foram chegando e lotando as trilhas principais.

Portão de entrada

Então, aqui vai a primeira DICA: chegue o mais cedo possível! Assim, você conseguirá ver os principais pontos e tirar fotos mais tranquilamente.

Petra e o centro de visitantes estão abertos todos os dias das 6h às 18h (verão) e das 6h às 16h (inverno).

PRIMEIRO DIA:

Depois de passarmos pelo detector de metais e comprarmos os ingressos, começamos a nossa caminhada até o famoso Tesouro. O trajeto é uma caminhada de 30 minutos, isso se você não parar no meio da caminho para ver as atrações do entorno.

Outra DICA: Como fomos no verão, o sol já estava bem quente logo cedo e uma parte do caminho não há sombra. Logo, quando mais tarde você for, mais sol pegará!

Como tínhamos dois dias no parque e estávamos sem pressa, andamos o trajeto com calma, parando para observar algumas das atrações e tirar muitas fotos. Para ter ideia, fizemos o caminho todo com mais de 1 hora. Mas, no final compensou, pois nos cansamos bem pouco e aproveitamos bastante.

Durante o percurso, visitamos as seguintes atrações:

  • BAB AL SIQ

Assim que começamos a caminhar já avistamos o Bab Al Sig ou Tumba de Obeliscos toda escavada na rocha pelos nabateus no século I D.C.. A construção marca a entrada para o Siq que é o caminho entre o desfiladeiro. Aqui já é possível começar a ter uma noção da engenhosidade do povo nabateu.

Tumba dos Obeliscos
  • A BARRAGEM

Restaurada pelo governo há 55 anos, a barragem foi construída para proteger a cidade das inundações que chegavam durante as chuvas das montanhas e colinas do vale. A construção protegia a cidade e as águas eram redirecionadas através de canais hidráulicos escavados na rocha para serem reutilizadas na cidade.

  • SIQ

A poucos metros está o SIQ que era a entrada principal que levava à Petra. O caminho por si só encanta e já é um passeio. Afinal, poder caminhar dentro de um desfiladeiro, em grande parte de rocha natural, com cerca de 80 metros de altura e entre 3 a 12 metros de largura não é coisa se se faça todo dia. O trajeto entre as rochas tem o comprimento total de cerca de 1.200 metros.

Logo no início é possível ver vestígios do que era o portão principal da cidade e em toda a extensão de ambas paredes do Siq é possível ver canais hidráulicos esculpidos pelos nabateus para levar água do vale para dentro da cidade.

O caminho é tranquilo e de nível leve, já que o chão é praticamente liso e feita com lajes de pedra. Percorrendo-o é possível ver ainda inscrições nas pedras e também esculturas feitas pelo tempo e a força da natureza. Algumas rochas ganharão formas curiosas, como por exemplo de um peixe.

A rocha tem um formato curioso de um peixe
  • O Tesouro

A poucos metros do final do Siq é possível já avistar pela fenda o famoso Tesouro ou Al Khazna. O gigantesco monumento tem cerca de 40 metros de altura, 25,30 metros de largura, dois andares, e uma decoração com estátuas, figuras, frisos etc. É impossível não se lembrar do filme Indiana Jones e a última cruzada. Imaginar que esse prédio enorme foi esculpido no século I A.C. em uma rocha única com ferramentas arcaicas é de cair o queixo. Ficamos horas e horas admirando…

Ao contrário do que muitos imaginam, a construção na realidade é um mausoléu. O que levou a ideia de que ali eram guardadas riquezas foi uma lenda local de que um tesouro de um faraó havia sido escondido no interior do prédio. De qualquer forma, ainda se mantém um mistério qual era sua real função.

Quanto à visitar o seu interior é estritamente proibido justamente para proteger a construção, mas é possível admirar o tesouro também do alto de um view point localizado à direita, no qual um vendedor local comercializa água, refrigerante e “cobra” pela bebida para os turistas tirarem a famosa foto do Tesouro.

Ao final do Siq a vista do Tesouro já é incrível
Os detalhes da construção impressionam
Fazendo amizade com o comerciante local que “detêm” uma das vistas mais bonitas de Petra
Tomando um refrigerante e admirando o Tesouro do viewpoint
Viewpoint do Tesouro, em Petra

SEGUNDO DIA:

Já no nosso segundo dia resolvemos fazer a trilha até o Monastério, outro ponto importante e icônico de Petra. Porém, a trilha é mais distante e cansativa. Ao percorremos o caminho, foi possível vermos outros pontos arqueológicos importantes, como:

  • RUA DAS FACHADAS

Passando do Tesouro, caminhando por uma área mais aberta já é possível avistar uma fileira de construções, que na realidade são tumbas. Nas suas fachadas é possível ver certos tipos de decorações e inscrições. Acredita-se que elas representem príncipes ou funcionários do alto escalão da cidade.

Uma curiosidade é que mesmo estando em uma terra árida e chamada de “cidade perdida”, há um grande número de ambulantes locais, restaurantes, banheiros e até mesmo Wi-Fi. Sinais de um mundo globalizado.

Restaurantes e comércio no meio do deserto
  • TEATRO

É uma construção gigantesca e impressiona por ser toda esculpida na pedra. O teatro possui sete escadas e tem capacidade para acomodar 4 mil pessoas.

A partir de lá é possível ver ainda milhares de outrso túmulos gigantescos, como o de Seda, o do Corinto, o do Palácio.

  • O MONASTÉRIO

Provavelmente o segundo local mais visitado de Petra, o Monastério ou El Deir possui a mesma imponência do Tesouro com a diferença de que não é totalmente esculpido na rocha. A trilha para chegar até a construção dura cerca de 30 minutos, mas é de nível moderado e inclui uma escadaria com 843, muita poeira e um sol escaldante na cabeça, principalmente, se for verão. O que foi o nosso caso. A Carol, por exemplo, teve pressão baixa no meio do caminho e não conseguiu chegar…ficou me esperando no restaurante no pé da trilha.

Há quem opta por subir a escadaria de burrico, mas não recomendamos de jeito NENHUM!! Os animais são muito maltratados por lá e é notório que ficam completamente exaustos de carregar turistas o dia inteiro.

Assim, que se chega ao pátio do Monastério o cenário é de cair o queixo! Imponente, o local foi utilizado para cerimônias cristãs durante a ocupação romana. Vale a pena passar alguns minutos admirando e até mesmo subir algumas montanhas ao redor para vê-lo com uma nova perspectiva.

O local conta ainda com um restaurante, no qual você pode descansar da caminhada, tomar uma bebida e admirar o Monastério.

A caminho do Monastério
Trilha até o Monastério
O Monastério
O Monastério visto de um dos viewpoints

PETRA BY NIGHT

O Petra by Night é uma atração na qual os visitantes fazem o caminho do Siq a noite até o Templo do Tesouro sendo guiados por 1,5 mil velas posicionadas durante todo o percurso. Chegando ao pátio há uma apresentação de música típica, recitação de poesia à luz de velas e uma projeção de luz na fachada do Tesouro.

Nós infelizmente não fizemos, pois estávamos muito cansados das trilhas e queríamos também economizar, pois havíamos gasto mais do que previsto do nosso orçamento com o voo de balão na Capadócia antes de chegar na Jordânia.

O evento acontece todas segundas, quartas e quintas a partir de 20h30min. O valor do ingresso é de 17 JD (R$ 99,00) e crianças menores de 10 anos não pagam.

ATENÇÃO: O ingresso do Petra by Night só pode ser adquirido para o mesmo dia que você visita Petra pela manhã. E não é possível comprar on-line.

QUE ROUPA USAR EM PETRA

A Jordânia é um país mulçumano, mas não impõe tantas restrições para o vestuário feminino. O que é importante é ter bom senso. Saias e shorts muito curtos no melhor estilo brasileiro não convém.

Para as caminhadas em Petra, opte por bermudas e calças leves bem como blusas de mangas, lembre do sol forte, bem como chapéu e tênis.

DICAS ÚTEIS

  • Leve pelo ao menos 1 garrafa de 1 litro de água por pessoa para as trilhas de Petra;
  • Não esqueça do protetor solar;
  • Chapéu, lenço e óculos escuros;
  • Leve saco de lixo e recolha sempre o seu;
  • Não ande de camelo ou burrico e muito menos tire fotos com os animais. Eles são altamente explorados e vimos várias vezes os animais incomodados com o assédio dos turistas.

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